Equipa

Uma direcção feminina: Isabel Alexandra Sequeiros. Isabel Maia. Sónia Silva. 

Isabel Alexandra Sequeiros, natural de Viseu, adora crianças. Mãe de 3 filhos. Gestora de formação e outras tantas especializações, incluindo MBA. Apesar do percurso laboral amplo, criou a sua identidade profissional no CHS, onde as “contas” não traduzem o valor representativo do seu empenho. Dedica-se, por inteiro, aos nossos “pequeninos”, que chegam para mais um dia e querem abraçar a “Tia Xana”. Aqui, o cálculo, é de amor. 

Isabel Maia, natural de Lisboa e mãe de 2 filhos. Desde que se lembra, a Enfermagem é a sua paixão, no cuidado, na empatia. A nossa Enfermeira Isabel que acolhe os casos novos, escuta e analisa cada história de vida. Emociona-se em cada uma delas. Transmite o percurso de cada uma das famílias à equipa com essa mesma emoção. Aqui, a comunicação, é com amor. 

Sónia Silva, natural do Porto, adora desafios. Ambicionou, desde cedo, trabalhar com crianças. Terapeuta Ocupacional de base que questionou o porquê e o como das limitações do indivíduo. Viajou em busca desta compreensão. A cada viagem, aprofundou o seu conhecimento, sobre si e sobre o outro. Evolui enquanto ser humano, o que lhe permitiu uma maior entrega! Treinou, experimentou e emocionou-se nas várias conquistas alcançadas supostamente impossíveis. Aqui, a intervenção é feita com amor.

E assim, com amor, nasce a equipa. A nossa equipa, única. Na verdade, vai sendo criada diariamente, e aliada a este amor, o rigor, o método e a persistência, muita, a constituem. Cada elemento é singular e faz a diferença, na sua personalidade, vontade, carisma e altruísmo onde o desejo da auto-evolução é garantido. O nosso método, esse, não é contestado. Quem ingressa agarra-o e tenta compreendê-lo, onde os já residentes desta nossa casa o transmitem com afirmação e orgulho. Entrar no CHS é isto. Um novo começo, uma abertura para o pensamento onde o desafio ocupa lugar permanente independentemente do tempo em que ocorre. 

Desde sempre, começos que emergem e que se vão adaptando ao método, em cada elemento, estrutura e departamento. Departamentos, esses, difíceis de expressar. De facto, todas as mudanças até então sentidas e mais as que ainda virão. 

O nosso Internamento, a tentativa da réplica de cada um dos lares das nossas várias famílias, integra profissionais que fazem sentir no outro, na sua família, esta aproximação. Através do cuidado, no pormenor, no receber um sorriso, provocado, em cada tarefa prestada, por mais grave que seja, a pessoa com limitações. 

A nossa Psicologia, numa crescente sinalização das necessidades diferenciadas, onde a empatia, a análise e, sobretudo, a emoção tenta ser tranquilizada para almejar uma melhor cognição. 

A nossa Terapia da Fala. Comunicar. Linguagem. O grande desejo e até esperado sonho da maioria dos que nos procuram. O trabalho aqui é árduo. Adaptar-se às necessidades, compreender as bases e actuar de modo diferenciado é premissa das nossas terapeutas da fala num processo dinâmico. Sempre, sempre, direcionado numa atenção conjunta e num olhar atento onde qualquer resposta pode ser traduzida num sinal de comunicação. 

A nossa Fisioterapia. Movimento. Andar. Criar movimento ou aperfeiçoá-lo, desenvolvendo novas conexões e novas oportunidades de aprendizagem. O trabalho é físico, muito. Dotar os corpos da sensação do movimento, por mais imóvel que este o seja, é executado pelos nossos fisioterapeutas numas mãos que modificam e num coração que sente. 

A nossa Terapia Ocupacional. Regulação. Autonomia. Maximizar competências num trabalho dos vários sentidos que é sensorial com vista à função. Dotar de novas sensações e interagir num corpo que se restaura e que não se limita a adaptar à sua condição. Abrir o horizonte, numa percepção da visão aumentada, atentar o escutar, numa audição consciente, e, capacitar do sentir, num ritmo e recrutamento activo dissociado, é o mote de actuação das nossas terapeutas ocupacionais. 

E tudo isto, na sua grande maioria, mulheres, numa casa muito, muito, especial.

Obrigada a todos que contribuíram e que ainda continuam a contribuir. 

“Uma mulher deve ser duas coisas: quem e o que quiser.”

Coco Chanel